Sanidade dos Animais e Vegetais e Qualidade dos Alimentos

Segurança na mesa e competitividade no mercado internacional

O Brasil é um dos maiores exportadores mundiais de alimentos e fibras, segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O sucesso dos produtos brasileiros resulta da opção do país por competir em condições de igualdade com players globais dispostos a conquistar fatias consideráveis de mercados relevantes.

A inocuidade dos alimentos é fator primordial de competitividade. Além disso, o Brasil é signatário de acordos internacionais e cumpre rígidas normas sanitárias que garantem qualidade e competitividade aos alimentos produzidos no país. Além da questão econômica, a Sanidade Animal e Vegetal e a Inocuidade dos Alimentos é uma responsabilidade de autoridades e produtores. A provisão de alimentos inócuos e com qualidade à população é fundamental para o combate à pobreza.

Apoio à segurança e competividade dos alimentos produzidos no Brasil

O IICA trabalha para o fortalecimento dos serviços de sanidade agropecuária. Para isso, aplica a ferramenta Desempenho, Visão e Estratégia (DVE), que avalia o grau de avanço de componentes fundamentais de serviços de excelência.

Desempenho, Visão e Estratégia – DVE Brasil

O Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), em um esforço por contribuir para o fortalecimento das organizações oficiais de defesa agropecuária (serviços oficiais veterinários, de sanidade vegetal e inocuidade dos alimentos) elaborou o instrumento de Desempenho, Visão e Estratégia (DVE), que pode ajudar aos países a estabelecer seu nível de desempenho, compartilhar uma visão com o setor privado, a estabelecer prioridades e a facilitar o planejamento estratégico, com a finalidade de cumprir com suas obrigações e aproveitar novas oportunidades.

A experiência tem demonstrado que esses serviços oficiais com maior credibilidade ante seus usuários, outros países e parceiros comerciais, fundamentam suas ações a partir de quatro componentes fundamentais:

1- capacidade técnica para abordar atuais e novos temas com base em princípios científicos;
2- capital humano e financeiro para atrair recursos e manter profissionais com capacidade técnica e de liderança;
3- a interação ativa do setor privado para manter a mesma linha e realizar programas relevantes e serviços conjuntos, e
4- proteção à saúde pública e acesso aos mercados por meio do cumprimento da normativa existente e a implementação de novas disciplinas tais como a harmonização de normas e acordos de equivalência e regionalização.

Estes quatro componentes são o ponto de partida para o desenho e aplicação do instrumento DVE.

De 2009 a 2012, a área de Sanidade Agropecuária e Inocuidade dos Alimentos do IICA-BRASIL promoveu a capacitação de 378 técnicos dos serviços oficiais dos órgãos executores de defesa agropecuária e inocuidade dos alimentos, dos vários níveis de competência, Federal, Estadual e Local.

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